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Ministério da Saude SUS Governo Federal

O Ministério da Saúde é o órgão do Poder Executivo Federal responsável pela organização e elaboração de planos e políticas públicas voltados para a promoção, prevenção e assistência à saúde dos brasileiros.

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No Dia Mundial sem Carro, Ministério da Saúde alerta para a necessidade de mudança no comportamento dos condutores, especialmente em relação ao consumo de álcool e velocidade

Há dez anos o Brasil adere ao Dia Mundial sem Carro, movimento internacional que conclama a população a deixar os veículos em casa e refletir sobre comportamentos no trânsito e mobilidade urbana. Além do apelo para o uso de formas alternativas de transporte, o Ministério da Saúde alerta que apesar da redução de 2% das mortes no trânsito de 2009 em relação ao ano anterior, o número de mortes ainda preocupa.

De acordo com dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), 37.594brasileiros foram vítimas fatais no trânsito do país em 2009, com 679 mortes a menos que em 2008, quando foram registrados 38.273 óbitos. O levantamento do Ministério da Saúde aponta, ainda, que o número de homens que morrem no trânsito é quatro vezes maior do que o de mulheres. Em 2009, 30.631 homens (81,4%) e 6.496 mulheres (18,4%) perderam a vida no trânsito.

As principais vítimas são jovens de 20 a 39 anos, faixa etária de 45,5% (17.128) do total de óbitos em 2009. Desses, 86% (14.776) eram homens. “O homem é mais vulnerável porque está mais exposto, tanto pelo comportamento, em muitas situações, mais agressivo ao dirigir, quanto pela associação com fatores de risco, como o excesso de velocidade e associação entre álcool e direção”, analisa Marta Silva, coordenadora de Vigilância e Prevenção de Violências e Acidentes do Ministério da Saúde. Dados da pesquisa Vigitel 2010, sobre indicadores de saúde do brasileiro, mostram que 3,0% dos homens entrevistados afirmaram ter dirigido após o consumo abusivo de bebida alcoólica, enquanto entre as mulheres esse percentual foi de 0,2%.

Marta acrescenta que, aliado ao consumo de bebidas alcoólicas e à alta velocidade, soma-se o aumento da frota, especialmente de motocicletas, meio de transporte utilizado por 9.268 dos 37.594 mil brasileiros que perderam a vida no trânsito em 2009, o que equivale a 24,6% do total de óbitos naquele ano.

Comparando 2009 com 2008 houve um aumento de 4% na mortalidade envolvendo motociclistas. No ano anterior, foram 8.898 vítimas. O Brasil registra uma frota motorizada de 66.116.077 de veículos, dos quais 57% são automóveis. As motos, motonetas e ciclomotores representam 26% da frota nacional, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), de março de 2011. Entre pedestres houve redução de 7% comparando os anos de 2008 com 2009.

NO MUNDO –No cenário mundial, o Brasil ocupa o quinto lugar entre os recordistas em mortes no trânsito, atrás da Índia, China, Estados Unidos e Rússia segundo o Informe Mundial sobre a Situação de Segurança no Trânsito, publicado em 2009. A estimativa da OMS é que, em todo o mundo, cerca de 1,3 milhões de pessoas perdem suas vidas anualmente no trânsito e cerca de 50 milhões sobrevivem feridas. O custo global é estimado em US$ 518 bilhões por ano; os custos dos acidentes de trânsito já foram estimados em 1% a 2% dos PIB dos países.

Acidentes resultam em 146 mil internações no SUS
 
No Brasil, foram realizadas em 2010 146.060 internações de vítimas dos acidentes no trânsito financiadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com um custo de aproximadamente R$ 187 milhões. Os homens representaram 78,3% das vítimas (114.285), enquanto as mulheres, 21,7%. Do total de vítimas, 69.606 estavam em motocicletas e provocaram um impacto de R$ 85,6 milhões no SUS.
 
No que se refere ao atendimento às vítimas de acidentes no trânsito, o Ministério da Saúde está reorganizando a rede de atenção às urgências do Sistema Único de Saúde, por meio do programa Saúde Toda Hora.  Lançado julho deste ano, o programa tem por objetivo fortalecer a comunicação entre as centrais de regulação, as UPAs e a Unidade Básica de Saúde ou o hospital para tornar o atendimento ainda mais rápido e eficaz, reduzindo mortes ou sequelas ao paciente. Esse formato de funcionamento integrado entre várias unidades de promoção, prevenção e atendimento à saúde é uma das principais características da ação.
 
PREVENÇÃO – Em maio de 2011, os Ministérios das Cidades e da Saúde lançaram o Pacto Nacional pela Redução dos Acidentes no Trânsito – Pacto pela Vida. A meta é estabilizar e reduzir o número de mortes e lesões em acidentes de transporte terrestre nos próximos dez anos, como adesão ao Plano de Ação da Década de Segurança no Trânsito 2011-2020, uma recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU) a partir da iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
O Plano é um conjunto de medidas para contribuir com a redução das taxas de mortalidade e lesões por acidentes de trânsito no país, através da implementação de ações de mobilidade urbana, fiscalização, educação, saúde, infraestrutura e segurança veicular, a curto, médio e longo prazos. “As intervenções no trânsito têm que ser trabalhadas com focos: na mudança de comportamento da população, de modo que todos os usuários do trânsito tenham comportamentos e atitudes mais seguras e saudáveis, assim como a implementação de políticas públicas voltadas para a mobilidade urbana e sustentável, na acessibilidade e na promoção de ambientes e entornos seguros e saudáveis”, adianta Marta. As propostas estão sendo consolidadas.  
 
FAÇA A SUA PARTE

- respeite o limite de velocidade da via;
- use o cinto de segurança;
- use capacete;
- não dirigir após o consumo de bebida alcoólica;
- não falar ao celular enquanto dirige;
- use cadeirinha, assento ou cinto de segurança de acordo com a idade da criança;
- respeite a faixa de pedestre;
- respeite as ciclofaixas para ciclistas;
 
 
AÇÕES E COMPROMISSOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE:
1.         Aprimoramento e Integração das bases de dados dos vários setores (Segurança Pública, Saúde, Transporte/Trânsito e outros) para a produção de análises de tendências e cenários, monitoramento de indicadores e identificação de pontos críticos (áreas quentes) de ocorrências das lesões e mortes no trânsito;
2.         Vigilância dos fatores de risco e proteção relacionados às ocorrências das lesões e mortes no trânsito;
3.         Prevenção de violências e acidentes por meio da Rede Nacional de Núcleos de Prevenção de Violências e Promoção da Saúde;
4.         Implementação da Rede de Atenção às Urgências com priorização nas vítimas do trânsito (ênfase em motociclistas);
5.         Apoio aos Estados e Município nas ações educativas, preventivas e de promoção à saúde em articulação com outros setores governamentais e com a sociedade civil, a exemplo do Projeto de Redução da Morbimortalidade por Acidentes de Trânsito e do Projeto Vida no Trânsito;
6.         Advocacy na implementação de leis protetoras da vida e na implementação de espaços seguros e saudáveis;
7.         Desenvolvimento de estudos e pesquisas e a capacitação de recursos humanos, dentre outras ações voltadas para a vigilância e prevenção das lesões e mortes no trânsito.

ÓBITOS POR ACIDENTES DE TRANSPORTE TERRESTRE (ATT)

 

2007

2008

2009

Total de óbitos por ATT

37.407

38.273

37.594

Pedestres

9.657

9.474

8.799

Ciclistas

1.649

1.615

1.573

Motocicletas

8.078

8.898

9.268

Triciclo

40

41

38

Automóveis

7.982

8.120

8.133

Caminhonetes

291

267

305

Veículos de transporte pesado

767

718

753

Ocupante de ônibus

183

179

177

Outros

8.760

8.961

8.548


             Cerca de 300 pessoas debaterão de 27 a 29 de setembro, em Brasília,  a Política Nacional de Saúde do Trabalhador. O 5º Encontro Nacional da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador - Renast será realizado pela Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador - CGSAT/DSAST/SVS no Lakeside.
            A proposta é apresentar e colocar em discussão os documentos da Política Nacional de Saúde do Trabalhador, o manual de gestão da Renast e as diretrizes da Vigilância em Saúde do Trabalhador, visando à construção de estratégias para a operacionalização da política. 
            A Renast, criada em 2002, foi ampliada e fortalecida por meio da Portaria GM/MS nº 2.437/05, que foi substituída pela Portaria GM/MS nº 2.728/09. Ela dá seqüência a um conjunto de ações de saúde do trabalhador iniciadas ao longo dos anos 80. O principal objetivo desta rede é articular ações de saúde do trabalhador voltadas à promoção, à vigilância e à assistência à saúde. A rede busca estabelecer relações com outras instituições e órgãos públicos e privados, como universidades e instituições de pesquisa.
         Participarão do encontro em Brasília coordenadores estaduais de Saúde do Trabalhador, representantes dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador - Cerest Estaduais e Regionais, técnicos da CGSAT, da Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental, de outras áreas da Secretaria de Vigilância em Saúde, bem como de outras Secretarias do Ministério da Saúde, além de representantes do Conass e Conasems, das Centrais Sindicais, Secretários Municipais de Saúde, representantes dos Ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, de Universidades, do Conselho Nacional de Saúde - CNS e de Comissões Intersetoriais de Saúde do Trabalhador do CNS e de Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde.



Veja a programação completa

A Coordenação-Geral de Doenças Transmissíveis, por meio da Unidade Técnica de Doenças de Veiculação Hídrica e Alimentar (UHA), realizou em Brasília, dia 23 de setembro, uma reunião técnica na qual foi apresentada e discutida a situação epidemiológica das Doenças Diarréicas Agudas (DDA), com ênfase nas causadas por vírus. Durante o evento foram apresentados e discutidos aspectos relacionados à vigilância epidemiológica das doenças diarréicas agudas como: avaliação do sistema de vigilância-sentinela – monitorização das doenças diarréicas agudas no Brasil; situação epidemiológica das doenças diarréicas agudas no Brasil, com ênfase nas de etiologia viral; cobertura vacinal com a Vacina Oral Rotavírus Humano (VORH) no Brasil; identificação dos genótipos no Brasil, antes e após a introdução da VORH; e surtos de DDA ocorridos em cruzeiros no Brasil na temporada de 2010/2011.

 

Na oportunidade, foram apresentadas e discutidas duas pesquisas encomendadas pelo Ministério da Saúde, relacionadas à Vacina Oral contra o Rotavírus Humano (VORH), contendo o monitoramento da segurança da vacina oral contra rotavírus humano utilizada e comercializada no Brasil; e os aspectos relacionados à pesquisa sobre a avaliação da efetividade da Vacina Oral contra Rotavírus Humano (VORH) na prevenção de diarreias agudas severas, causadas por esse agente em crianças menores de dois anos no Brasil.

 

O evento contou com a participação da coordenadora-substituta da Coordenação-Geral de Doenças Transmissíveis, além de técnicos da UHA; representantes da Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI); Coordenação-Geral de Laboratórios (CGLAB); da Gerência-Geral de Portos, Aeroportos e Fronteiras (GGPAF) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); da Fundação Nacional de Saúde (Funasa); Secretaria de Saúde do Índio (Sesai); e da pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

 


Reunião realizada em Brasília nos dias 20 e 21 de setembro avaliou e atualizou os dados e estratégias adotadas para comprovação da não-circulação dos vírus causadores do sarampo, rubéola e síndrome da rubéola congênita em todo o território nacional. O objetivo é apresentar até dezembro de 2011 a atualização do relatório ao Comitê Internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) com as evidências complementares da eliminação dessas doenças no Brasil. Desde janeiro de 2009 o país não registra novos casos da rubéola e desde 2000 não existe circulação autóctone do sarampo, ou seja, os únicos casos são importados de outros países. 

Participaram da reunião representantes da Secretaria de Vigilância em Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Comissão Nacional de Certificação da Eliminação do Sarampo e Eliminação da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita, essa Comissão formada por experts brasileiros é externa ao Ministério da Saúde e é responsável pela validação da documentação apresentada pelo Ministério da Saúde para comprovação da eliminação dessas enfermidades. Ao final do encontro foram feitos os encaminhamentos para a finalização do relatório e a próxima reunião do grupo foi agendada para 25 e 26 de outubro. 

A primeira doença a ser erradicada no mundo foi a varíola, há mais de 30 anos. O continente americano recebeu a certificação de área livre de circulação autótocne do poliovírus selvagem dos seus territórios em 1994. Em 2003, todos os países da América assinaram um acordo com a Opas, representante da OMS na América, para eliminar o sarampo, a rubéola e a síndrome da rubéola congênita. Um primeiro relatório foi entregue em setembro de 2010 reunindo a história da epidemiologia dessas doenças e seu controle até a eliminação da circulação dos vírus autóctones no Brasil. 

A coordenadora substituta da Coordenação-Geral de Doenças Transmissíveis (CGDT), Marcia Carvalho, enfatiza que a preocupação agora é manter a vigilância em alerta para a detecção de casos suspeitos. “Interessa-nos detectar e investigar todos os casos suspeitos e principalmente se houver história de viagem à países com circulação do vírus selvagem”, afirma Marcia. 

As dificuldades de erradicar uma doença em um país de dimensões continentais como o Brasil são enormes. “Os esforços para eliminá-las foram muito maiores no Brasil, por questões práticas. O país foi o líder ao vacinar o maior número de pessoas das Américas”, comenta Brendan Flannery, consultor da Opas. Para ele, os últimos casos registrados decorrentes da importação do vírus é o sinal que a vigilância em saúde funciona e o Brasil tem como comprovar a não-circulação das doenças.

 

Ministério da Saúde recomenda que a vacinação prossiga nos municípios que ainda não atingiram a meta de 95% do público-alvo

A campanha de vacinação contra o sarampo termina, nesta sexta-feira (30), com sucesso. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde de vacinar 95% do público-alvo (crianças de um a menos de sete anos de idade) foi superada. Foram vacinadas no Brasil, até o momento, 16.565.389 (equivalente a 96,9%) das crianças na faixa etária estabelecida. O Ministério da Saúde recomenda aos municípios que não atingiram a meta dêem prosseguimento à vacinação. 

Em duas regiões do país (Sul e Sudeste), todos os estados atingiram a cobertura mínima (veja a cobertura de cada estado no fim do texto).  Já na Região Norte, apenas o estado de Tocantins superou a meta, enquanto que nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, os estados do Maranhão e Mato Grosso, respectivamente, também registram coberturas inferiores a 95%.

MONITORAMENTO -OMinistério da Saúde, em parceria com estados e municípios, fará em todo o Brasil o Monitoramento Rápido de Cobertura (MRC). Esta iniciativa serve para avaliar as coberturas vacinais alcançadas na Campanha de Seguimento contra o Sarampo. Na oportunidade, as crianças que forem encontradas sem o registro de vacinação, serão vacinadas.

“A vacina é a única maneira de proteger contra a doença, razão pela qual,queremos garantir a máxima cobertura em todo o país”, ressalta o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. O monitoramento terá início em dia 15 de outubro e prosseguirá até o fim de novembro. “Esta estratégia tem como objetivo validar os dados administrativos registrados durante a campanha, permitindo ainda uma nova oportunidade de vacinação para o grupo alvo.” O secretário explica que as equipes de saúde dos estados e municípios percorrerão, de forma amostral, os domicílios incluídos nesse estudo.

O Ministério da Saúde investiu R$ 146,7 milhões na compra e distribuição das doses, agulhas e seringas. Para a organização das campanhas regionais, foram repassados mais R$ 16,3 milhões aos estados e municípios.

DOENÇA - O sarampo é uma doença aguda, altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, exantema (manchas avermelhadas), coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. O período de transmissão varia de quatro a seis dias antes do aparecimento do exantema até quatro dias após o surgimento das manchas. A vacina é o meio mais eficaz de prevenção sendo ofertada na rede pública de acordo com os calendários de vacinação do PNI.

O Brasil passou a utilizar a vacina em meados da década de 1960, conforme as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente a vacinação ofertada nas 35 mil salas de vacinação em todo o país. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) realiza também ações complementares para a melhoria da cobertura vacinal, incluindo a intensificação das ações de vacinação, bloqueio vacinal, bem como as campanhas de seguimento (quatro em quatro anos) como o intuito de manter a prevenção, controle e eliminação do sarampo.

Até julho de 2011, os estados e os municípios notificaram ao Ministério da Saúde a ocorrência de 18 casos de sarampo no Brasil, relacionados à importação do vírus de genótipo D-4, que circula na Europa. Os casos foram nos estados do Rio Grande do Sul (7), Rio de Janeiro (4), São Paulo (3), Bahia (1), Mato Grosso do Sul (1), Piauí (1) e no Distrito Federal (1).

“É importante ressaltar que, desde 2000, o vírus selvagem não circula no país. Destaca-se a importância da vigilância ativa para que o país permaneça livre da circulação do vírus selvagem. Na ocasião todas as medidas foram adotadas para impedir a ocorrência de outros casos da doença”, explica a coordenadora do PNI, Carla Domingues.

Resultados da vacinação do sarampo por UF

UF

Total

 

Meta

Doses

Cobertura.

AC

96.800

87.611

     90,51%

AM

453.769

386.599

     85,20%

AP

84.288

74.277

     88,12%

PA

901.061

775.023

     86,01%

RO

158.411

146.553

     92,51%

RR

57.869

46.841

     80,94%

TO

151.189

147.285

     97,42%

NORTE

1.903.387

1.664.189

     87,43%

AL

335.015

323.582

     96,59%

BA

1.324.102

1.260.303

     95,18%

CE

791.360

776.215

     98,09%

MA

783.657

718.156

     91,64%

PB

356.449

348.056

     97,65%

PE

841.379

849.558

   100 %

PI

307.711

295.887

     96,16%

RN

292.200

278.538

     95,32%

SE

207.638

206.681

     99,54%

NORDESTE

5.239.511

5.056.976

     96,52%

ES

302.240

300.250

     99,34%

MG

1.580.409

1.595.552

   100%

RJ

1.235.980

1.195.370

     96,71%

SP

3.339.134

3.342.287

   100%

SUDESTE

6.457.763

6.433.459

     99,62%

PR

879.743

855.870

     97,29%

RS

805.694

802.491

     99,60%

SC

499.305

496.749

     99,49%

SUL

2.184.742

2.155.110

     98,64%

DF

236.967

233.324

     98,46%

GO

539.567

528.169

     97,89%

MS

234.108

225.254

     96,22%

MT

298.474

268.908

     90,09%

C.OESTE

1.309.116

1.255.655

     95,92%

BRASIL

17.094.519

16.565.389

    96,90%

 Fonte: Programa Nacional de Imunizações 


 

Por Mauren Rojahn, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa (61) 3315-6266/3560

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