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Ministério da Saude SUS Governo Federal

O Ministério da Saúde é o órgão do Poder Executivo Federal responsável pela organização e elaboração de planos e políticas públicas voltados para a promoção, prevenção e assistência à saúde dos brasileiros.

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Todas as crianças menores de 5 anos devem receber as duas gotinhas para prevenir a paralisia infantil. Em oito estados, também haverá vacinação contra sarampo, para crianças de 1 ano a menores de 7 anos

Os postos de saúde de todo o país funcionarão neste sábado (18) durante o Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Todas as crianças de zero a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas gotinhas contra a paralisia infantil. A meta é vacinar pelo menos 95% das 14.148.182 crianças nessa faixa etária, em todo o Brasil. A segunda fase da campanha será no dia 13 de agosto, quando meninos e meninas dessa idade devem ser novamente levados aos postos, para tomar mais duas gotinhas.

A convocação dos pais e dos responsáveis para levar as crianças aos postos de vacinação começou no último domingo, por meio da campanha publicitária veiculada nos principais meios de comunicação do país. O Ministério da Saúde investiu R$ 46,6 milhões na compra e distribuição das vacinas a serem usadas nas duas etapas da campanha nacional. Além disso, transferiu R$ 20,2 milhões às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, para organizarem a campanha. Ao todo, o Ministério da Saúde enviou 21.665.465 doses para todos os estados e o Distrito Federal (confira a tabela 1).

A pólio é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a infecção se dá principalmente por via oral.

O Brasil está livre da poliomielite há mais de 20 anos. O último caso da doença no país foi registrado em 1989, na Paraíba. Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de eliminação da doença. Porém, é importante continuar vacinando as crianças porque o vírus da paralisia infantil permanece ativo em outros países. De acordo com a OMS, 26 países ainda registram casos da doença e quatro deles são endêmicos, ou seja, possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão.


Vacinação contra o sarampo
Ainda no sábado (18 de junho), em todos os municípios dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, Ceará e Alagoas, além das duas gotinhas contra a pólio, crianças também vão ser vacinadas contra o sarampo. Neste caso, a idade do público a ser vacinado vai de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias), mesmo que a criança já tenha tomado esta vacina anteriormente.

O objetivo é manter o Brasil sem transmissão disseminada do vírus causador do sarampo, uma vez que, neste momento, há surto da doença na Europa. De acordo com a OMS, desde janeiro, já foram registrados mais de 6,5 mil casos – sendo 5 mil deles somente na França. Com a chegada das férias de julho, aumenta tanto o fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil quanto a ida de brasileiros para o exterior.

Por isso, o Ministério da Saúde utilizou três critérios para identificar os oito estados que vão começar a vacinar as crianças contra o sarampo: maior fluxo turístico, densidade populacional e baixa cobertura da vacina tríplice viral nos últimos anos. Nas cidades desses estados (SP, MG, RJ, RS, PE, BA, CE e AL), a vacinação contra o sarampo vai de 18 de junho a 22 de julho (confira a distribuição, na tabela 2).

Nos municípios dos demais estados e no Distrito Federal, as crianças de 1 ano a menores de 7 anos vão receber a vacina contra o sarampo em 13 de agosto, no mesmo dia em que começa em todo o país a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio. A meta do Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 95% das 17.094.519 crianças nessa faixa etária, em todo o Brasil. Para tanto, foram enviadas 20.513.300 doses da tríplice viral para todos os estados e o Distrito Federal.

O sarampo é uma doença aguda, altamente contagiosa, transmitida por vírus. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, exantema (manchas avermelhadas), coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. O período de transmissão varia de quatro a seis dias antes do aparecimento do exantema até quatro dias após o surgimento das manchas. A vacina é o meio mais eficaz de prevenção.


Tira dúvidas sobre as duas vacinações – contra a pólio e contra o sarampo

1. Veja no quadro abaixo as vacinas que as crianças devem tomar, de acordo com a idade, a data da campanha de vacinação e o estado onde vivem.

Campanhas Nacionais
Datas
Público
UF
1ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite
18 de junho (Dia de Mobilização)
Crianças de 0 a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias)
Todos os estados e municípios
1ª fase da Campanha de Seguimento contra o Sarampo
18 de junho a 22 de julho
Crianças de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias)
Todos os municípios de: AL, BA, CE, MG, PE, RJ, RS, SP
2ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite
13 de agosto (Dia de Mobilização)
Crianças de 0 a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias)
Todos os estados e municípios
2ª fase da Campanha de Seguimento contra o Sarampo
13 de agosto a 16 de setembro
Crianças de 1 ano a menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias)
Todos os municípios de: AC, AM, AP, ES, GO, MA, MS, MT, PA, PB, PI, PR, RN, RO, RR, SE, SC, TO e DF


2. Há risco para as crianças que vão tomar duas vacinas?
Não. As vacinas são seguras e podem ser dadas às crianças no mesmo dia, sem prejudicar a saúde delas.

3. As vacinas têm contraindicações?
Em geral, não. Porém, recomenda-se que as crianças que estejam com febre acima de 38º ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de se vacinarem. Também não é recomendado vacinar crianças que tenham problemas de imunodepressão (como pacientes de câncer e AIDS ou de outras doenças e ou tratamentos que afetem o sistema imunológico, de defesas do organismo) e anafilaxia (reação alérgica severa) a dose anterior das vacinas.

4. Onde vacinar as crianças?
Os pais ou responsáveis devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município ou estado para se informar sobre a lista de postos, bem como os endereços e os horários de funcionamento.

5. Só será possível vacinar as crianças nessas datas?
Não. As vacinas contra pólio e sarampo são oferecidas gratuitamente pelo SUS e estão disponíveis durante todo o ano, nos postos de saúde, para a imunização de rotina. Mas é fundamental levar as crianças às campanhas de vacinação, porque elas reforçam a proteção da saúde delas.

6. Como funciona o calendário básico de vacinação, fora das campanhas?
Vacina poliomielite oral – Os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, recebem o primeiro reforço. Porém, todas as crianças menores de cinco anos (de 0 a 4 anos 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas doses durante a Campanha Nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.

Vacina tríplice viral – As crianças devem tomar uma dose da vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) aos 12 meses e um reforço aos quatro anos. Porém, todas as crianças devem se vacinar nas “campanhas de seguimento”, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.

Tabela 1 – Distribuição da vacina contra a poliomielite

UF
População alvo
 
(menores de 5 anos)
Doses enviadas
Rondônia
129.844
197.775
Acre
81.351
120.200
Amazonas
376.280
511.375
Roraima
47.819
72.980
Pará
736.683
1.062.150
Amapá
70.700
110.620
Tocantins
124.688
177.560
NORTE
1.567.365
2.252.660
Maranhão
640.579
933.800
Piauí
254.147
414.350
Ceará
656.647
1.038.350
Rio Grande do Norte
241.152
375.220
Paraíba
295.190
448.200
Pernambuco
696.028
1.052.550
Alagoas
276.467
464.200
Sergipe
173.528
273.880
Bahia
1.080.715
1.789.000
NORDESTE
4.314.453
6.789.550
Minas Gerais
1.284.628
2.070.050
Espírito Santo
250.250
389.100
Rio de Janeiro
1.030.026
1.587.175
São Paulo
2.818.614
4.280.925
SUDESTE
5.383.518
8.327.250
Paraná
729.410
1.078.900
Santa Catarina
411.967
602.100
Rio Grande do Sul
658.728
986.280
SUL
1.800.105
2.667.280
Mato Grosso do Sul
195.136
288.460
Mato Grosso
244.666
369.520
Goias
440.856
661.225
Distrito Federal
202.083
309.520
CENTRO OESTE
1.082.741
1.628.725
BRASIL
14.148.182
21.665.465
Fonte: IBGE/DATASUS
 


Tabela 2 – Distribuição da vacina tríplice viral
Campanha de seguimento contra o sarampo 2011

ESTADOS QUE VACINAM NO DIA 18 DE JUNHO

Estados que vacinam em 18/06
População de 1 a menores
de 7 anos
Doses
CE
                             791.360
                                           949.630
PE
                             841.379
                                        1.009.650
AL
                             335.015
                                           402.000
BA
                           1.324.102
                                        1.588.920
MG
                           1.580.409
                                        1.896.490
RJ
                           1.235.980
                                        1.483.180
SP
                           3.339.134
                                        4.006.960
RS
                             805.694
                                           966.830
TOTAL
                          10.253.073  
                                      12.303.660

Fonte: IBGE/SENSO2010
* Estados que farão antecipação da campanha no período de 18 a 22/07/2011


Por Rafaela Ribeiro, da Agência Saúde – ASCOM/MS
(61) 3315-6246/3580
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O Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), em parceria com o Centro de Estudos de Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde (CEPI-DSS) da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/FIOCRUZ) e Ministério da Saúde, divulgou, ontem (20), a lista dos vencedores do Prêmio Pró-Equidade em Saúde. O Objetivo do Prêmio é valorizar as iniciativas já existentes que visam à promoção da equidade em saúde, para assim, divulgá-las para os demais municípios e estados, criando possibilidades de multiplicar aprendizados.

Em sua primeira edição, o Prêmio recebeu 76 experiências, sendo que 21 foram classificadas, tendo cinco premiados. Os premiados terão suas práticas divulgadas na edição especial da revista do CONASEMS dedicada ao Congresso, receberão um certificado do prêmio como melhores "Contribuições à Promoção da Equidade em Saúde no Brasil" e uma placa comemorativa pela experiência. Além disso, os premiados terão todas as suas despesas pagas para participar do Congresso do Conasems, bem como da Conferência Global dos Determinantes Sociais da Saúde, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e seus estados membros, em outubro de 2011, no Rio de Janeiro.

No decorrer da avaliação das experiências, a comissão organizadora decidiu premiar mais quatro iniciativas com o titulo de Menção Honrosa. Denise Rinehart, assessora técnica do Conasems e umas das responsáveis pela avaliação, explica que ficou surpresa com a qualidade excelente dos trabalhos apresentados, por isso foi necessário a criação de uma nova categoria de premiação. “Temos que valorizar as experiências exitosas de promoção da equidade para o enfrentamento dos determinantes sociais da saúde”, afirma.

Os nove classificados também terão seus trabalhos expostos em pôsteres durante a Mesa do VIII Congresso Brasileiro de Saúde, Paz e Não-Violência, que vai acontecer no dia 10 de julho, das 09 às 12 horas.

Segue abaixo a lista dos vencedores 

As cinco primeiras experiências campeãs:

Assaré/CE: “Mãe valoriza a Vida: Estratégia de redução da mortalidade infantil a partir da ação intersetorial da Prefeitura, Secretaria de Ação Social e Secretaria da saúde de Assaré de 2009 a  2010”

Belo Horizonte: “A construção da equidade em saúde junto à pop. das áreas de risco elevada e muito elevada: a experiência do Prog. BH Cidadania em BH (2002-2011)

Porto Feliz/SP: “O Programa de reforço e qualificação alimentar- PROQUALI- como ferramenta de enfrentamento dos determinantes sociais do município de Porto Feliz/SP”

Porto Alegre/RS: “O Mapa de Porto Alegre e a Tuberculose: Distribuição Espacial e Determinantes Sociais”  

Rio de Janeiro/RJ: “Rede de Adolescentes Promotores da Saúde - RAP da Saúde”

Para Menção Honrosa:

Borba/AM: “O Impacto da integração entre Vigilância em Saúde e Atenção Básica nas ações de controle da Malária no município de Borba/AM”

Porto Alegre/RS: “Implementação da Política Nacional de Saúde Integral da pop. Negra no município de Porto Alegre, no período de nov. 2009 a maio 2011”

Pacatuba/CE: ”Projeto Mãe Nutrida: Promoção do Acesso e melhoria da qualidade de vida das gestantes e crianças no município de Pacatuba/CE-2007”

Sobral/ CE: “Grupo de trabalho de reorganização da estratégia intersetorial de promoção da cultura de paz na família sede do município de Sobral – CE/ 2009-2011

 

Pacientes passam bem e não há risco de surto no Brasil a partir destes casos. As autoridades de saúde aguardam o resultado do exame laboratorial para confirmar ou descartar a notificação

O Ministério da Saúde foi notificado, nesta sexta-feira (24), pela Secretaria Municipal de Saúde de Campinas (SP) da suspeita de dois casos de infecção pela bactéria E. Coli circulante na Alemanha. De acordo com a secretaria, os dois pacientes voltaram da Europa no dia 11 de junho e apresentaram os primeiros sintomas no último dia 14. Eles passam bem e não estão internados. Não há risco de surtos no Brasil a partir destes casos. As autoridades de saúde aguardam o resultado do exame laboratorial das amostras de fezes para confirmar ou descartar a suspeita.

A doença causa cólicas abdominais severas e forte diarréia, muitas vezes com sangue. A transmissão ocorre pelo consumo de alimentos contaminados crus ou mal cozidos. Outra possibilidade é o contágio por via fecal-oral (quando alguém ingere água ou alimentos contaminados por micropartículas de fezes de pessoas infectadas ou quando uma pessoa leva à boca objetos contaminados). É fundamental manter hábitos diários de higiene, como lavar as mãos antes das refeições; depois de usar o banheiro e do contato com animais; e antes de preparar, servir ou tocar os alimentos. As pessoas que apresentarem esses sintomas depois de uma viagem internacional, devem procurar assistência médica.

O Ministério da Saúde recomenda que pessoas em viagem internacional, principalmente aos países da Europa e aos Estados Unidos, não devem comer alimentos crus, sobretudo vegetais e produtos de origem animal. Não há nenhuma recomendação de restrição de viagem e é importante seguir as orientações das autoridades de saúde do país visitado.

Também reforça o alerta para que os profissionais de saúde da rede pública ou privada estejam atentos a pacientes com histórico de viagem internacional, nos últimos 30 dias, principalmente à Alemanha; e que apresentem fortes cólicas abdominais e diarreia com sangue. Esses são os principais sintomas que surgem nas pessoas infectadas por um tipo mais agressivo da bactéria – chamado E.coli enterohemorrágica.

As orientações sobre os procedimentos a serem adotados pelos profissionais de saúde podem ser encontradas no sítio eletrônico da Secretaria de Vigilância em Saúde (http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/nota_shu_3_6_2011_final.pdf)

SITUAÇÃO ATUAL – Até 24 de junho, foram registrados 3.836 casos de infecção pela E.coli, com 45 mortes – de acordo com o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa. A Alemanha contabiliza 43 óbitos e concentra 97% das infecções, com 3.717 casos. O restante dos casos ocorreu na Áustria, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Holanda, Luxemburgo, Noruega, Polônia, Reino Unido, Suíça e Suécia.

Segundo a OMS, a maioria dos casos ocorridos fora da Alemanha, incluindo os dos Estados Unidos, está vinculada a pessoas que estiveram no país europeu, especialmente no Norte, na região da cidade de Hamburgo.

Cinco recomendações básicas para consumo e preparo de alimentos
1. Consumir apenas água potável e alimentos bem lavados
2. Manter a limpeza durante o preparo dos alimentos
3. Separar alimentos crus de cozidos (durante o preparo)
4. Cozinhar completamente os alimentos (acima de 70o C)
5. Manter os alimentos em temperaturas seguras


 

O total representa 56,38% do público alvo. A mobilização continua até 22 de julho, em oito estados. Contra pólio, 10,4 milhões foram imunizadas, indica balanço parcial

 

Balanço parcial da campanha de seguimento contra o sarampo do Ministério da Saúde aponta que mais de 5,7 milhões de crianças já receberam da dose da vacina tríplice viral. Isso quer dizer que 56,26% do público-alvo foi vacinado até a manhã desta terça-feira. A vacinação contra o sarampo continua até o dia 22 de julho nos oito estados que iniciaram a vacinação no último sábado (18) – Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Todas as crianças com idade entre 1 ano e menores de 7 anos devem ser imunizadas. O balanço parcial da campanha contra pólio indica que 10,4 milhões foram imunizadas no fim de semana (confira abaixo).

A campanha contra o sarampo foi antecipada nesses oito estados para manter o Brasil sem transmissão disseminada do vírus, uma vez que, neste momento, há surto da doença na Europa. Com a chegada das férias de julho, aumenta tanto o fluxo de turistas estrangeiros para o Brasil quanto a ida de brasileiros para o exterior.

O Ministério da Saúde utilizou três critérios para selecionar os oito estados que iniciaram a vacinação das crianças contra o sarampo no último sábado: maior fluxo turístico, densidade populacional e baixa cobertura da vacina tríplice viral nos últimos anos.

Nos demais estados e no Distrito Federal, as crianças vão receber a vacina contra o sarampo em 13 de agosto, no mesmo dia em que começa em todo o país a segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio. A meta é vacinar 95% da população alvo.

Veja Tabela com balanço parcial por Estado

 
Campanha de Seguimento Sarampo 
UF
Total
Meta
Doses
Cob.
335.015
212.074
63,3
1.324.102
584.995
44,18
791.360
279.641
35,34
841.379
461.483
54,85
1.580.409
982.070
62,14
1.235.980
539.619
43,66
3.339.134
2.299.822
68,87
805.694
420.746
52,22
BRASIL
10.253.073
5.780.450
56,38


Fonte: pni.datasus.gov.br

VIAJANTES – O Ministério da Saúde recomenda a todos os viajantes que, antes visitar outros países, procurem um posto vacinação para se proteger contra o sarampo e a rubéola. Os vírus causadores dessas doenças ainda circulam intensamente em diversas localidades do mundo. Por isso, ao viajar para o exterior, as pessoas que não foram vacinadas ficam expostas ao risco de contrair sarampo e rubéola, podendo contribuir a reintrodução dessas doenças no Brasil.

É importante que os não vacinados recebam a vacina pelo menos 15 dias antes da partida. A vacina tríplice viral, disponível na rede pública, é eficaz contra sarampo, rubéola e caxumba. Além disso, crianças que receberam a tríplice viral entre os seis e 11 meses de vida devem ser revacinadas aos 12 meses de idade.

Apenas as pessoas que apresentam contraindicações médicas e crianças menores de seis meses de idade não devem ser imunizadas. Na dúvida, devem consultar um médico antes. O endereço e os horários de funcionamento das salas de vacinação podem ser obtidos nas secretarias de Saúde do seu município. Em todo país, são mais de 30 mil unidades.

Indivíduos com suspeita de sarampo ou rubéola devem procurar o serviço de saúde mais próximo e evitar o contato com outras pessoas por sete dias, contados a partir do começo do exantema – manchas vermelhas na pele, sinal comum nas duas doenças (leia mais abaixo sobre sinais e sintomas).

É extremamente importante que qualquer profissional de saúde, do setor público ou privado, notifique às autoridades locais de saúde (Secretarias Municipais e/ou Estaduais) a ocorrência de qualquer caso suspeito de sarampo ou rubéola. Isso possibilita uma resposta rápida para eliminar o risco de reintrodução desses vírus em nosso país.

POLIOMIELITE – O balanço parcial aponta que mais de 10,4 milhões de crianças foram vacinadas na primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. O número corresponde a 73,92% do público-alvo. Dados de boa parte dos estados brasileiros ainda estão sendo computados pelas secretarias estaduais.

Para esta etapa, o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 21,6 milhões de doses da vacina. No total, 115 mil postos abriram para proteger a criançada no último sábado. A vacinação mobilizou 350 mil pessoas em todo o País. Foram investidos R$ 46,6 milhões na campanha. A segunda dose da vacina será aplicada em crianças menores cinco anos no dia 13 de agosto.

O Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que não atingiram a meta continuar a vacinação até chegar ao percentual de 95%. Cabe aos gestores locais de saúde definir as estratégias regionais para prorrogar a campanha.

Veja tabela com o balanço parcial por estado

Campanha de vacinação com a vacina poliomielite <5 anos

– O Ministério da Saúde recomenda a todos os viajantes que, antes visitar outros países, procurem um posto vacinação para se proteger contra o sarampo e a rubéola. Os vírus causadores dessas doenças ainda circulam intensamente em diversas localidades do mundo. Por isso, ao viajar para o exterior, as pessoas que não foram vacinadas ficam expostas ao risco de contrair sarampo e rubéola, podendo contribuir a reintrodução dessas doenças no Brasil. É importante que os não vacinados recebam a vacina pelo menos 15 dias antes da partida. A vacina tríplice viral, disponível na rede pública, é eficaz contra sarampo, rubéola e caxumba. Além disso, crianças que receberam a tríplice viral entre os seis e 11 meses de vida devem ser revacinadas aos 12 meses de idade. Apenas as pessoas que apresentam contraindicações médicas e crianças menores de seis meses de idade não devem ser imunizadas. Na dúvida, devem consultar um médico antes. O endereço e os horários de funcionamento das salas de vacinação podem ser obtidos nas secretarias de Saúde do seu município. Em todo país, são mais de 30 mil unidades. Indivíduos com suspeita de sarampo ou rubéola devem procurar o serviço de saúde mais próximo e evitar o contato com outras pessoas por sete dias, contados a partir do começo do exantema – manchas vermelhas na pele, sinal comum nas duas doenças (leia mais abaixo sobre sinais e sintomas). É extremamente importante que qualquer profissional de saúde, do setor público ou privado, notifique às autoridades locais de saúde (Secretarias Municipais e/ou Estaduais) a ocorrência de qualquer caso suspeito de sarampo ou rubéola. Isso possibilita uma resposta rápida para eliminar o risco de reintrodução desses vírus em nosso país. – O balanço parcial aponta que mais de 10,4 milhões de crianças foram vacinadas na primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. O número corresponde a 73,92% do público-alvo. Dados de boa parte dos estados brasileiros ainda estão sendo computados pelas secretarias estaduais. Para esta etapa, o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 21,6 milhões de doses da vacina. No total, 115 mil postos abriram para proteger a criançada no último sábado. A vacinação mobilizou 350 mil pessoas em todo o País. Foram investidos R$ 46,6 milhões na campanha. A segunda dose da vacina será aplicada em crianças menores cinco anos no dia 13 de agosto. O Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que não atingiram a meta continuar a vacinação até chegar ao percentual de 95%. Cabe aos gestores locais de saúde definir as estratégias regionais para prorrogar a campanha.
UF
Total
Meta
Doses
Cob.
729.410
655.375
89,85
658.728
569.088
86,39
202.083
172.624
85,42
2.818.614
2.367.305
83,99
411.967
344.768
83,69
440.856
364.617
82,71
70.700
58.130
82,22
1.030.026
837.205
81,28
376.280
294.557
78,28
250.250
188.915
75,49
295.190
220.983
74,86
276.467
202.031
73,08
241.152
174.868
72,51
195.136
140.034
71,76
696.028
493.424
70,89
173.528
122.209
70,43
1.284.628
896.183
69,76
254.147
170.288
67,00
129.844
86.953
66,97
124.688
79.645
63,88
47.819
29.708
62,13
656.647
398.196
60,64
640.579
383.333
59,84
1.080.715
613.877
56,8
244.666
138.643
56,67
736.683
413.286
56,1
81.351
42.434
52,16
BRASIL
14.148.182
10.458.679
73,92


BRASIL SEM PARALISIA INFANTIL – O Brasil está livre do vírus causador da pólio desde 1989, quando o último caso da doença foi registrado, na Paraíba. Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de eliminação da poliomielite. No entanto, enquanto houver circulação do vírus em qualquer região do mundo é necessário continuar com a vacinação, pois há o risco de importação de casos provenientes de países que ainda registram casos da doença, como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria.

Por Rafaela Ribeiro, da Agência Saúde – ASCOM/MS
(61) 3315-6246/3580
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O Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e a Global Road Safety Partnership (GRSP) promovem, nos dias 28 e 29 de junho, uma oficina sobre marketing social destinada a aprimorar ações de comunicação do Projeto Vida no Trânsito. O evento será na sede da Opas (Setor de Embaixadas Norte, Lote 19), entre 8h e 17h.

Para esta atividade, foram convidados profissionais de comunicação das cinco capitais que integram o projeto (Belo Horizonte, Curitiba, Campo Grande, Palmas e Teresina), bem como técnicos das prefeituras e de órgãos das áreas da saúde e trânsito dos municípios.

Pelo Governo Federal, participam representantes da Secretaria de Comunicação (SECOM) da Presidência da República e das Assessorias de Comunicação (ASCOM) dos ministérios da Saúde, Justiça e Cidades, bem como do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF/MJ) e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran/MC). 

O Projeto Vida no Trânsito é uma ação interministerial desenvolvida em parceira com a Opas e a Bloomberg Philanthropies, fundação internacional de promoção de atividades na área social. O principal objetivo é reduzir lesões e óbitos no trânsito em municípios selecionados até 2014.

Confira programação completa abaixo:

Oficina de Marketing Social
28 e 29 de junho de 2011


Primeiro dia
08h30– 17h30  
  
08h00   Inscrições 
08h30  Cerimônia de Abertura e Acolhimento. Dra. Mercedes Cabello,  
            Aspectos Gerais do Projeto Vida no Trânsito (RS-10). Dr. Otaliba
   
09h00   Introdução a Campanhas Educativas 
10h45 Facilitando a mudança de comportamento por meio de campanhas educativas
11h30 Desenvolvendo uma boa campanha educativa (Parte 1):
                                            Defina o Problema
Atividade 1
12h00    Desenvolvendo uma boa campanha educativa (Parte 2):  Desenvolva uma estratégia
 Atividade 2
12h30     Almoço
14h30    Etapas no desenvolvimento uma boa campanha educativa (Parte 1): Marketing Social
 Atividade 3
14h30    Compartilhamento/Discussão
15h00    Questões/Esclarecimento de dúvidas

Segundo dia
08h30 – 17h00

08h30   Recapitulação do primeiro dia
09h00    Desenvolvendo uma boa campanha educativa (Parte 2): Desenvolva um Brief
Atividade 4
10h00   Desenvolvendo uma boa campanha educativa (Parte 3): Desenvolva um Media Plan
Atividade 5
10h30   Coffee-break
11h00   Conclusão
12h30   Almoço
13h30   Resumo do Curso
14h30   Atividade Resumo apresentada pelos participantes
15h30     Compartilhamento/Discussão
16h30 – 17h00  Fotos e Apresentação dos Certificados
 

Sub-categorias

Saúde baseada em evidências
Disque Saúde - Ouvidoria Geral do SUS
Ministério da Saúde - Governo Federal - Brasil