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Data de Cadastro: 13/07/2017 as 14:07:25 alterado em 13/07/2017 as 14:07:41


Durante três dias - 10 a 12 de junho, técnicos e pesquisadores da área da Saúde se reuniram, na sede da Opas/OMS em Brasília, para estabelecer critérios objetivos para a interpretação epidemiológica dos eventos suspeitos de febre amarela, além de identificar lacunas no conhecimento que se configurem como temas prioritários de pesquisa. Em cima do que foi discutido será elaborado um documento que visa padronizar métodos e insumos para diagnóstico de rotina nos laboratórios que compõe a Rede de Referência Nacional para diagnóstico da febre amarela. O texto ainda está em fase de conclusão e, tão logo seja finalizado, será encaminhado aos participantes para contribuições e validação do material.

No contexto laboratorial, o uso em larga escala de novas técnicas biomoleculares cada vez mais sensíveis tem imposto à vigilância desafios para a interpretação epidemiológica dos eventos investigados, revelando cenários de potencial circulação viral na ausência de perfil epidemiológico compatível com a presença do vírus. Nesse sentido, é fundamental compreender a utilidade e limitações das ferramentas diagnósticas disponíveis, no sentido de subsidiar a tomada de decisão para a adoção de medidas de prevenção e controle, sobretudo nas áreas sem registro histórico da doença.

Por meio do compartilhamento de experiências, entre representantes dos laboratórios de referência - Instituto Evandro Chagas (IEC-PA), Fundação e Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz-RJ), Instituto Adolfo Lutz (IAL-SP) – e especialistas das áreas técnicas responsáveis na Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS/MS) - DEVIT, CGLAB, CGDT, CGPNCMD, a expectativa é que, em breve, sejam concretizadas as diretrizes debatidas, a fim de se chegar a uma solução conjunta para padronização do algoritmo para confirmação de febre amarela. O objetivo é criar um protocolo genérico, estabelecendo o fluxo laboratorial, que possa ser utilizado em todos os laboratórios de referência, inclusive nos regionais, dando mais agilidade e qualidade ao diagnóstico e desafogando a Rede.

Uma nova reunião está prevista, ainda este ano, para debater as dificuldades de monitorar e acompanhar o que tem sido feito, bem como levantar os pontos críticos e resultados alcançados. 

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