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Data de Cadastro: 19/08/2016 as 09:08:36 alterado em 19/08/2016 as 10:08:35

 

O Ministério da Saúde espera que o número de óbitos por dengue este ano de 2016 seja menor que em 2015. Até a semana epidemiológica 27 de 2016, foram registrados 419 óbitos pela doença contra 789 no mesmo período do ano anterior. Isso representa uma redução de 46,9% dos óbitos por dengue no país. Também houve redução nos casos de dengue grave (55,6%), que passou de 1.441 casos no ano passado para 639 este ano, e nos casos com sinais de alarme a queda foi de 67,3%, passando de 19.149 casos para 6.253 registros em 2016. As informações foram apresentadas durante a reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS) que se reuniu nesta quinta-feira, 18, no Ministério da Saúde para discutir diversas pautas, incluindo a atual situação da dengue, da Chikungunya e do Zika vírus.   

Acesse aqui a apresentação

A reunião do CNS contou com a presença do ministro da Saúde, Ricardo Barros, do secretário interino da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), Alexandre Fonseca e da vice-diretora do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Wanessa Tenório, que foi quem conduziu a apresentação sobre as três doenças. No encontro estavam presentes também o secretário Executivo do Ministério da Saúde, Antonio Carlos Nardi e a diretora do Departamento de Gestão da Vigilância em Saúde, Sônia Brito, além de outras autoridades. 

Na oportunidade também foram apresentados os dados de microcefalia, que desde a semana epidemiológica 12 vem mostrando queda dos números de casos novos e uma atenuada estabilidade, com uma média de menos de 2%. Já na SE 31, essa média caiu para menos de 1%. 

DENGUE – O Brasil registrou, até 09 de julho, 1.399.480 casos de dengue. No mesmo período de 2015, esse número era de 1.441.131 casos, o que representa uma queda de 2,9% em relação ao mesmo período de 2015. Considerando as regiões do país, Sudeste e Nordeste apresentam os maiores números de casos, com 837.400 casos e 295.036 casos, respectivamente. Em seguidas estão as regiões Centro-Oeste (154.359), Sul (76.465) e Norte (36.220). 

O atual boletim epidemiológico do Ministério da Saúde (SE 27) apresenta 419 óbitos pela doença em 2016, contra 789 no mesmo período do ano anterior. Os números representam uma redução de 46,9% dos óbitos por dengue no país. Também houve redução nos casos de dengue grave (55,6%), que passou de 1.441 casos no ano passado para 639 este ano, e nos casos com sinais de alarme a queda foi de 67,3%, passando de 19.149 casos para 6.253 registros em 2016. 

CHIKUNGUNYA – Foram notificados, até 09 de julho, 169.656 casos prováveis de Chikugnunya. A taxa de incidência neste período é de 83 casos por 100 mil habitantes. No mesmo período de 2015, foram 16.997 casos. Neste ano, foram registrados 38 óbitos pela doença, nos estados de Pernambuco (25), Rio Grande do Norte (5), Paraíba (2), Rio de Janeiro (2), Ceará (2) e Maranhão (1). Os óbitos estão sendo investigados detalhadamente, para que seja possível determinar se há outros fatores associados com a febre, como doenças prévias, comorbidades, uso de medicamentos, entre outros. A transmissão da Febre Chikungunya foi identificada pela primeira vez no Brasil no ano de 2014. 

ZIKA – Foram 174.003 casos prováveis de febre pelo vírus Zika em todo o país, até o dia 09 de julho. Isso representa uma taxa de incidência de 85,1 casos a cada 100 mil habitantes. Foram confirmados laboratorialmente quatro óbitos por vírus Zika no país, sendo três no ano passado e um em 2016. 

A transmissão autóctone do vírus no país foi confirmada a partir de abril de 2015, com a confirmação laboratorial no município de Camaçari (BA). O Ministério da Saúde tornou compulsória a notificação dos casos de Zika em fevereiro deste ano. Desde então, estados e municípios vinham preparando seus sistemas de registros para encaminhar estas notificações ao Ministério da Saúde. Antes disso, o monitoramento do vírus Zika era realizado por meio de vigilância sentinela. 

A região Sudeste teve 67.544 casos prováveis da doença, seguida das regiões Nordeste (66.991); Centro-Oeste (26.674); Norte (10.944) e Sul (1.850). Considerando a proporção de casos por habitantes, a região Centro-Oeste fica à frente, com incidência de 172,7 casos/100 mil habitantes, seguida do Nordeste (118,4); Sudeste (78,8); Norte (62,6); Sul (6,3).

 

Acesse o boletim completo: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2016/agosto/09/2016-026.pdf

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