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O Ministério da Saúde é o órgão do Poder Executivo Federal responsável pela organização e elaboração de planos e políticas públicas voltados para a promoção, prevenção e assistência à saúde dos brasileiros.

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Data de Cadastro: 19/01/2017 as 17:01:00 alterado em 19/01/2017 as 17:01:00

 

 

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Tempo de áudio: 3’27’’

 

LOC: A febre amarela é uma doença infecciosa, transmitida por mosquitos. A maneira mais eficaz de prevenção é a vacinação contra a doença. É preciso ficar atento às recomendações do Ministério da Saúde sobre quem precisa se vacinar. O diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, esclarece as dúvidas mais comuns da população sobre o assunto. Acompanhe agora.

 

LOC: Nesse momento, qual é a recomendação do Ministério da Saúde com relação à febre amarela?

 

SONORA: diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Eduardo Hage

“Nas áreas que são tradicionalmente consideradas de risco, ou seja, onde já há o risco de circulação do vírus da febre amarela, a continuidade da vacinação como recomendado pelo programa”.

 

LOC: Qual a recomendação em relação à vacina?

 

SONORA: diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Eduardo Hage

“Se recomenda iniciar a vacinação somente para as pessoas que residem nessas áreas ou para as pessoas que vão se deslocar para essas áreas. Além dos estados que já tradicionalmente havia recomendação de vacinação, o Ministério incluiu, como medida preventiva, a vacinação em municípios próximos ao estado de Minas Gerais: municípios situados no Espírito Santo e os municípios situados no Rio de Janeiro. Todos eles fazem fronteira com o estado de Minas Gerais onde tem ocorrido essa emergência”.

 

LOC: Há contraindicações para a vacina da febre amarela?

 

SONORA: diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Eduardo Hage

“Existem algumas contra indicações. Existem algumas restrições. Todas elas estão disponíveis na página do Ministério. Mas, somente a título de exemplo, crianças com menos de 6 meses não deve ser vacinado. Também pessoas que têm alguma doença que diminua a sua resposta imunológica, as pessoas que têm uma imunodeficiência, elas não devem ser vacinadas. Existe algumas outras que não são contra indicações absolutas, deve ser avaliado casa a caso, mas são restrições como, por exemplo, pessoas que têm alergia a ovo”.

 

LOC: Quem perdeu o cartão de vacinação e não lembra se tomou as duas doses da vacina, o que deve fazer?

 

SONORA: diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Eduardo Hage

“Preferencialmente, se elas têm a comprovação, pelo cartão de vacinação, que não foram vacinadas. Mas, na dúvida, se elas perderam o cartão ou se ela não tem a informação naquele momento, por precaução, ela deve ser vacinada. Mas, é importante que as pessoas procurem seus cartões já que, idealmente, a vacina é realizada em, no máximo, duas doses ao longo da via, e um período entre uma vacina e outra de 10 anos”.

 

LOC: Quem já recebeu as duas doses da vacina contra a febre amarela deve tomar uma dose de reforço?

 

SONORA: diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Eduardo Hage

“Na maioria das situações, não. Se a pessoa tomou na idade adequada e em condições adequadas, ou seja, dentro do recomendado pelo programa nacional, não há necessidade. Mas, eventualmente, deve ser verificado pelo cartão de vacinação. Mas, como regra, duas doses são suficientes.

 

LOC: Há alguma recomendação para os turistas sobre a vacinação contra a febre amarela?

 

SONORA: diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis, Eduardo Hage

“Somente as pessoas que residem nas áreas de risco, que estão disponibilizadas no nosso site e nos meios de comunicação, ou que vão viajar para essas áreas de risco, devem ser vacinadas. E aquelas que vão viajar, a vacinação deve ser feita com 10 dias de antecedência”.

 

LOC: Você acompanhou os esclarecimentos do diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, sobre a situação da febre amarela no país. Eu sou Luiz Philipe Leite e para saber mais sobre o assunto acesse: www.saude.gov.br.

 

 

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