Sobre aleitamento materno

Sobre aleitamento materno

De jeito nenhum. A melhor coisa é a amamentação. Estudos comprovam que amamentar emagrece porque a produção de leite promove a queima de uma grande quantidade de calorias. Além disso, quando o bebê suga o seio, o corpo da mulher libera ocitocina, um hormônio que age na contração uterina, fazendo com que o útero volte ao tamanho normal, o que ajuda no retorno do organismo ao estado anterior à gravidez. Mulheres que praticam a amamentação exclusiva até os seis meses tendem a emagrecer mais rápido. Além disso, a recomendação do Ministério da Saúde é que a mulher mantenha uma alimentação saudável, mas nada de dieta ou medicamentos para perda rápida de peso. Isso só trará prejuízos para a mãe e o bebê.

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Não necessariamente. A recomendação do Ministério da Saúde é a livre demanda, ou seja, que o bebê possa mamar na hora em que desejar, sem limite de vezes ou do tempo da mamada, tendo por referência o seu apetite.

Não. O recomendado é que se ofereça uma mama até esvaziar. Se o bebê quiser mamar mais, ofereça a outra mama. Se ele não quiser, não tem problema, ofereça a outra mama na próxima mamada. Isso porque durante a mamada, o primeiro leite que sai é o leite anterior, rico em água e importante para a imunidade do bebê. Mata a sede, porém, sozinho esse leite não supre as necessidades da criança. Já o leite posterior, que vem no final da mamada, é rico em proteína e gordura. É o leite posterior que mata a fome e é essencial para o ganho de peso do bebê. O recomendado é que o bebê mame pelo menos 15 minutos na mesma mama até atingir o leite posterior. Esse tempo, no entanto, só poderá ser avaliado adequadamente por um profissional de saúde especializado. Se o bebê só mamar um pouco em uma mama e mudar para a outra, ele estará consumindo somente o leite anterior e não ficará bem alimentado.

Não, amamentar não dói. Se doer, é porque há algo de errado. Procure um profissional de saúde especializado para orientação.

Não. Até os seis meses de vida, tudo de que o bebê precisa é do leite materno. Fome e sede são saciados com a amamentação. A introdução de novos alimentos antes dos seis meses de vida pode aumentar o risco de uma série de doenças para o bebê.

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Não existe “leite fraco”. Estudos comprovam que as mulheres produzem leite de ótima qualidade mesmo tendo uma alimentação pouco nutritiva.

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Não. A mulher precisa se nutrir adequadamente, mas o que faz aumentar a produção do leite materno é a sucção do bebê ou a extração manual ou por bombinha. Quanto maior a demanda pelo leite, maior a sua produção.

Até alguns anos atrás, acreditava-se que sim, mas hoje os estudos comprovam que a forma adequada de se oferecer ovo para a criança no início da introdução alimentar é da forma completa, ou seja, com clara e gema ao mesmo tempo, sem a necessidade de separação das duas partes.